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Homem que Julgou Morrer de Amor (O) - Manuel Jorge Marmelo
Dez anos passados sobre a publicação original, em Fevereiro de 1996, a novela de estreia de Manuel Jorge Marmelo - "O Homem que Julgou Morrer de Amor" - surge agora numa reedição totalmente revista.
Factos e filósofos da Antiguidade Clássica misturam-se com personagens e acontecimentos ficcionais, dando corpo a uma história de amor intemporal, com toada de tragédia grega.
PREÇO :
€8.51
Preço de Mercado :
€9.45
Sobre o Livro :
«Dez anos transcorridos sobre a edição original de "O Homem que Julgou Morrer de Amor", e estando o livro tecnicamente esgotado, ocorreu-me republicá-lo, sem cuidar sequer no caminho que tinha eu mesmo entretanto feito, afastando-me daquele que era no instante em que coloquei o último ponto final à história de Transímaco e Helena.
A releitura das primeiras linhas foi, porém, esclarecedora, tornando óbvio que uma mera revisão não seria suficiente para livrar a novela dos seus piores defeitos. Optei, por isso, por reescrevê-la totalmente, mantendo, ainda assim, a ordem da narração e dos seus factos.
Findo o processo, não garanto que o livro que o leitor tenha agora nas mãos seja melhor do que aquele que lhe está na origem.
Mantém alguns dos pecados de há 12 anos, porque evitá-los seria já escrever outra coisa. Mas livrou-se de algumas incongruências e de umas quantas gralhas (tendo certamente adquirido outras, é quase certo). Ganhou frases e palavras novas e está, em certa medida, bastante diferente. Para mim, porém, continua a ser o mesmo livro: o primeiro, aquele que para sempre recordarei como um momento arrebatado de voluntarismo, ingenuidade e paixão.»
MANUEL JORGE MARMELO
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"Excelente novela"
MÁRIO CLÁUDIO ( Jornal de Letras )
"Comummente considerada uma história de amor, esta novela é, principalmente, uma história sobre os demónios do ser humano, que entrevemos na missiva de Goethe: «Somos os nossos próprios demónios, expulsamo-nos do paraíso»: Transímaco ama Helena – um amor impossível porque ela é pertença de Sócrates – e ama a justiça – um amor frustrado porque em Atenas grassa a corrupção. As duas impossibilidades de amor conjuram a destruição da razão e alma de Transímaco que acaba por se suicidar. Todavia, esta é mais um capítulo da história de um outro amor maior e, este sim, feliz: o amor de Manuel Jorge Marmelo pela escrita, amor arrebatado, humilde e zeloso comprovado na produção contínua que tem fidelizado sempre mais leitores."
TERESA SÁ COUTO ( http://comlivros-teresa.blogspot.com )
Outras Informações :
ISBN: 972-814-658-2
Nº de Páginas: 104
Peso: 145 g.
Dimensões 13,5x21 cm
Ano de Edição: 1996
2ª edição totalmente revista: 2006
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